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E-books
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Uma Vis(i)ta aos Açores - Faial - Pico 1985 - 2004
Ano: 2008
Tamanho: 928 KB
Formato: EXE
Sinopse:
Esta Vis(i)ta aos AÇORES, afinal é resultado de várias visitas, em especial a de 1985 e 2004 e limitadas ao Faial e Pico, embora tenha passado por outras ilhas de maravilha...
Estas notas têm estado à disposição em a minhaTEIAnaREDE - joraga.net, mas com pouca visibilidade.
Decidi pois, para tornar mais acessível aos possíveis Amigos e potenciais Leitores, apresentar agora em novo formato e transformá-lo no que passei a denominar por LIVRO MÁGICO em DWB da Desk TopAuthor, para que tenha o prazer de ir folheando e acessando às Páginas da internet.
Talvez possa vir a ser complementado com algumas músicas se tivermos autorização da FaiAlentejo... ou outras acessíveis...
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 | Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original ("você deve citar a autoria de José Rabaça Gaspar e seus deNÓMIOS e o site www.joraga.net"). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas. |
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O Gato do Telhado e a Gata da Janela
Ano: 2008
Tamanho: 634 KB
Formato: EXE
Sinopse:
Zé do TELHADO, Penedo Gordo, BEJA, Carnaval de 1988,
(quando neste país aconteceu o DIA D = que era um DIA DE DEBATE no sentido de procurar soluções para a reforma do SISTEMA EDUCATIVO, mas com uma série de estudos já com muitas soluções e propostas, onde faltava, só, O ESTUDO BASE: O QUE É QUE ESTÁ MAL...E PORQUÊ?...QUAL É A REALIDADE?... e, a partir daí, QUAL a/s solução/ões?)
A situação 2008, que se arrasta desde há dois, três anos, resulta pura e simplesmente de uma imbecilidade diplomada, fruto de uma incompetência arrogante e pretensiosa.
Objectivos? Quem não sabe onde está, é evidente que não sabe, como ir, para onde quer ir!
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A PARÁBOLA DA VINHA
Ano: 2008
Tamanho: 6 MB
Formato: EXE
Sinopse:
Um texto de 1990!
Uma homenagem à luta dos Professores de todos os Tempos e Lugares, verificando, tão simples, que a luta de há 20 anos, já era igual... ou pior! É a tentativa de explorar... explorar... explorar... Está em formato DWB que eu chamo de Livro mágico!
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A Condessinha de Aragão
Ano: 2008
Tamanho: 792 KB
Formato: PDF
Sinopse:
A CONDESSINHA de ARAGÃO
Breve nota inicial
A CONDESSINHA de ARAGÃO, que terá nascido de um RIMANCE medieval, aparece-nos em diversas versões que vão de um simples jogo a uma dança, teatro… versado e musicado de diferentes maneiras…
Parece que terá sido adoptado como tradição popular, em diversas regiões, para celebrar diversas festas ou celebrações cíclicas ao longo de um calendário marca-do pelas estações ou festas, como o São Martinho, Carnaval ou relacionada com as festas locais…
Atrevo-me a apresentar aqui uma série de recolhas e uma adaptação feita por mim pois me pareceu que assim se adaptaria melhor ao jogo das «escolhas» de cada uma das filhas da Condessa e a desafiar a perenidade e criatividade dos mais ousados do que eu.
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A FEIRA
Ano: 2003
Tamanho: 2 MB
Formato: PDF
Sinopse:
A FEIRA
Este livro vem de 1987 e é um hino à FEIRA DE CASTRO que se realiza desde o século XVII, no 3º domingo de Outubro, no Final / Início do Calendário Agrícola, onde os Camponeses podem vender o que produziram e comprar os produtos que lhes fazem falta… O Inverno está aí…em 2008, é a 18 e 19 de Outubro.
A FEIRA de CASTRO, que é a FEIRA de Castro Verde, uma vila luminosa perdida na imensidão do Alentejo…
Deste autor / poeta / escritor há tudo a esperar para nos surpreender. Autor porque está convencido que cria alguma coisa, quando desafia os outros a criar. Poeta, porque tenta pôr um uniVERSO de palavras a rimar sem rima e até sem métrica, para que os outros criem a sua Poesia. Escritor porque escreve, não porque tenha livros vendidos, para que os outros criem os seus livros…
Como José d’A MAR, já nos apresentou, A MAR, e A ILHA...
Agora, como José Penedo de Castro, apresenta-nos, como Cigano Andarilho de Feiras, uma FEIRA, a FEIRA de CASTRO VERDE, como imagem de outras FEIRAS, outros lugares de Compra / Venda, de Encontros / desEncontros... de Enganos / Ilusões... onde as palavras surgem em catadupa alucinante a criar imagens, que cada leitor vai reCriar à sua maneira ou rejeitar como verborreia inútil e disparatada, perante os novos Centros de Convívio, de Comércio, de Compra / de Ilusões...
Com a FEIRA, outros e trabalhos ancestrais, coisas do passado…
Enfim, não é para levar a sério! São coisas muito sérias de poetas malditos.
Em papel e-libro.net

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A ILHA
Ano: 2003
Tamanho: 592 KB
Formato: PDF
Sinopse:
...a ILHA é a ILHA – todas as ILHAS que emergiram do MAR ou de A MAR... aqui materializada na ILHA DO PESSEGUEIRO... ou a ILHA DO PESQUEIRO, onde havia tanques para a salga do peixe! uma pequena ilha despovoada que existe em Portugal, na Costa Vicentina, em frente a uma pequena povoação, que se chama Porto Covo e se pode avistar de quase todas as dunas e praias, que se estendem desde Sines e até Vila Nova de Mil Fontes...
É, talvez, a ILHA inventada pelo Épico no Canto IX do seu imortal Poema os Lusíadas — a ILHA DOS AMORES... onde os Nautas LUSOS se transformam em Deuses-Argonautas...
É, talvez, a TERRA com todos os Continentes, que não passam de pequenas Ilhas que surgiram da imensidão do MAR ou de A MAR — o PLANETA a que todos chamam TERRA, mas que o Poeta decide chamar PLANETA MAR — A MAR, a remeter para o verbo AMAR… ver: A MAR.
As LENDAS, aqui efabuladas, são uma invenção do autor, que assina José D’A MAR, um deNómio de José Rabaça Gaspar, como acontece na outra obra intitulada A MAR e assim se assume, mais uma vez, como um Homem seduzido pelo MAR, ou antes por A MAR; como Nauta, que nunca andou nas Caravelas, mas nelas “navega” sem cessar por todo o Universo; como Marinheiro; nunca manobrou os Navios em que viajou, a não ser em sonhos; como Homem de A MAR, que gosta de mergulhar e nadar e de se perder nas ondas de A MAR, mas que tem um profundo respeito por A MAR e continua, há mais de seis décadas, à procura da sua ILHA... em A MAR...
Em papel e-libro.net

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A MAR
Ano: 2003
Tamanho: 569 KB
Formato: PDF
Sinopse:
A MAR – sinopse
Como a água das fontes e dos rios, a VIDA, todas as VIDAS, correm sempre para O MAR… A MAR… AMAR… Nestes poemas com a influência de Camões, Torga e Borges, é proclamada a subversão: O MAR é A MAR! Publicado em - www.e-libro.net .
Diz Fátima Borges:
José d’A MAR poeta na alma traz consigo o ciclo de renascer da força das águas.
O José é um mar de emoções vividas num mundo demasiado interiorizado, manifestado aqui em turbilhões de sentimentos e inconformismo dando vida às palavras e dando voz a quantos nele se revêem. Escritos em diferentes fases do seu percurso revelam, todos eles, o grito calado, de um inconformismo com o Mundo dos Homens.
Vale a pena percorrer estes versos como rios de um mar em contínua transformação.
Este livro é uma série de contradições, mas é um terramoto, um cataclismo, uma subversão universal…
José d’A MAR não é o nome do autor, não é pseudónimo, não é heterónimo. É deNÓMIO, uma entidade diferente, outro, anjo ou demónio, ou musa, não que inspira mas escreve ou fala… e não é UM, são muitos… Um para cada poema…
O Poeta não é poeta, pois como diz noutra obra “desisti de ser poeta …” porque não aceita as regras impostas e não admite ser “capado” por ninguém nem nenhuma autoridade, mesmo literária…
A palavra MAR em português é – o mar, masculino, mas ele diz que é – A MAR e é feminino…
Afinal, TODOS vivemos no PLANETA MAR… A MAR… AMAR.
Em papel a pdido - e-libro.net - ver em livros à venda...

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